quarta-feira, 26 de junho de 2024

O Desaparecer dos Judeus

                                                                   
Sou Ronete Stein nasci em 1918 numa feliz famíla judaica italiana, quando a Itália foi ocupada pelas as forças alemães, ficou para nós judeus, porque tinha várias instrições e proibições. Chegou o dia da tormenta, mas esse dia demorou a chegar, mas quando chegou, minha família e eu fomos transportados num transporte de gado num transporte de gado, demorou três ou quatro dia. Ao chegar ao desconhecido, foi tremendo pesadelo, abriram as portas do vagão, estavamos no inferno de Auswitz na Polônia, os homens foram separados das mulheres, nos dispiram, arrasparam as nossas cabeças e nos tatuaram no antibraço. Depois fomos no barracão, onde dormimos numa beliche dura de três ou quatros andares, dividinho com várias mulheres. No dia seguinte fomos acordados aos berros pelos os kapos da morte, fomos para o trabalho, um trabalho que tirava a dignidade humana. A vida no campo, é o próprio inferno, cada dia a cada dia a mortes entre os prisioneiros. E eu me pergunto o que nós judeus fizemos para merecer esse martírio? Dia após dia, noite após noite, o trabalho escravo continua, somos obrigados a carregar os corpos para vara que são montoados de corpos, o cheiro dá nausea e é horrível! O tempo voa e nada da guerra acabar, chegando milhares pessoas de vários idiomas, tendo morte atrás de morte, até eu posso ser a próxima vítima? De noite quando estava no barracão escutei duas mulheres conversando. - Ouvi boatos que a fumaça do chaminé é para queimar as pessoas e os corpos das pessoas. - Isso não pode ser verdade! Depois dessa conversa não consegui dormir, porque fiquei com ela na minha mente. Sei que estou fraca, a higiene do campo são péssimas e não têm alimentos, devo está em carne e osso. Quero fazer de tudo para sobreviver desse tormento, assim poderei contar o que testemunhei. Mas se o corpo está fraco demais não conseguirei sobreviver? E se a morte for mais forte do que a vida? Desejo que Deus não nos abandones porque somos o povo escolhido. O que me resta é dar as minhas mãos e o meu corpo para a morte, de cima olho pelo meu povo judeu, minha família e meus amigos, que sofrem e os que sobreviveram desse grande tormento.

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