Um dia ela foi ao sul, estava com uma forte tempestade, ela não sabia, onde iria , o vento repuxando a menina pelo o lado e outro, rodopiando sem ter volta. Um sussurro no ouvido da menina, - Raio de Luz, Raio de Luz, eu estou a tua espera, bela menina. Era um anjo que estava a tua espera. Esse anjo tem a pele coberta de plumas, com o seu rosto meio escuro, meio claro, arredondado e seu cabelo nem liso e nem cacheados. A tempestade foi-se embora, a menina foi andando pelo mundo agora, cantando sua bela melodia.
Chegando num campo, tinha uma bela casinha muito simpática. É do Mestres Trovão. Ele deu uma porção para Raio de Luz, para ela ficar imortal. Quando o trovão te tocar não irá morrer.
A menina com seu jeito risonho, despediu do Mestre Trovão. Ele recitou para ela, quando precissace de alguma coisa, era só tocar a gaita que ele deu.
Andando pelos cantos, viu a luz e a seguiu o que a chamava, pois a sua luz é radiante.
A menina andando pro lado pro outro, ela encontrou uma dona chamada Clementina, perto do moinho, aparentava ser uma pessoa muito boa, a dona recebeu a Raio de Luz, com muito carinho. Ela mora num aldeia de etnias, bem grande e bonita, a menina toda alegre na festa da tradição com a Dona Clementina e o povo da aldeia. Ao amanhecer ela despediu da dona Clementina e do povo da aldeia e foi ao mundo agora.
A menina Raio de Luz, andando pelos cantões ela correria o perigo, tinha um bando de bruxas, que queriam mal para Raio de Luz. As bruxas fizeram magia para a menina, elas sabiam da gaita. Mas a menina soprou a gaita e o Mestre Trovão, veio socorrer, pois o Mestre Trovão, tinha mais força do que as bruxas, ele enviou a luz do bem para as bruxas irem embora, para um lugar bem longe, onde não se faz mal para ninguém.
A menina não sabia que tinha um grande amor na sua vida. Andando num caminho reto, viu uma grande luz descendo do céu, era um rapaz que foi gerado, o nome dele é Armando. A menina viviveu várias paixões com esse rapaz, que a fez muito feliz. O destino foi em vão, os dois da separaram na plena tempestade, com trovoada atrás de trovoada, e a menina esquece quem era.
O trovão era um fenômeno muito forte e superior.
A menina triste sem rumo, nos cantos cantos do mundo, sem saber onde iria, recaída no chão. Veio uma moça nobre Juditi, a levou a menina ao palacete, a cuidou, quando ela saiu dessa luxuoso palacete estava no outro mundo, estava na França. As trovoadas separaram do seu grande amor, e a colocou em outro país, era a época do pintor Claude Monet.
A menina não sabia falar francês, nem inglês, porque ela era brasileira, se perdeu a sua memória, nem sabe qual é a sua origem.
Quando era do Brasil, era miserável, sem rumos de sua vida e andava pelos cantos do Brasil.
A Juditi conhecia de vista o pintor Claude Monet, ela adorava as pinturas do pintor e falava para a menina.
A menina não podia ter mais as suas fantasias e imaginação.
Essa vida, onde estava era real, usando esses vestidos largos, essas festas que só podia entrar mais nobres.
Juditi, levou a menina para aprender à cavalgar, a menina ficava confusa por estar num país diferente. Mesmo sem saber quem era andando pelo o bosque, com as árvores floridas, veio um príncipe don Diego, ajoelhou perto da menina, estava apaixonado.
Falavam que essa menina tinha um encanto, igual a lua, quando os rapazes a vissem apaixonariam. Mas o verdadeiro amor dela era Armando, que o destino o separou. A menina não podia ter contado com o trovão porque voltava ao passado e encontraria com o seu amor.
A menina ainda carregava a gaita do Mestre Trovão, não sabia a quem pertencia e para que servia aquilo. Assobiou a gaita, mas o mestre não podia entrar na França, que fechou o caminho do passado da Raio de Luz.
A gaita agora só serve para toca-la mais nada, nem o mestre pode ajudar a pequena de coração puro isolada do seu lindo sertão e do sul do país, onde passou pela a tempestade tensas. Não tinha lembrança do seu passado, nem do seu amado que fazia tão feliz o seu coração, nem os caminhos percorridos, onde onde ela passou, nem o susurro do seu anjo.
A menina na França, ela convivia com nobres guerreiros, e guerreiras.
A menina teve um pesadelo, tudo escuro, relembrando o seu passado, saiu da cama, correndo assustada, no jardins do palácio, a trovoada a tocou e voltou com era antes.
A Raio de Luz demorou um pouco a conhecer a si mesma, veio a voz alta que era o trovão mais veloz, devolveu a memória para a menina. Andando de volta para o sertão a procura do seu amado, sem rumo de sua vida.
A menina fez amizade com um lenhador muito alegre, que conhecia o Armando.
A luz surgida falou para a menina:
- Quando se foi o seu amado, também você se foi, só se encontraria se voltasse de novo ao caminho que foi surgida a luz.
A menina muito grata agradeceu o lenhador, foi correndo ao lugar onde surgiu seu amado. Surgiu tudo de novo a luz que tanto esperava do seu grande amado. Os dois caminharam felizes sem rumo pelos a estrada de barro a caminho da felicidade.
A menina não soube mais do Mestre Trovão, mas ficou guardada a gaita de recordação.
Texto escrito em 2005 ou antes quanto eu tinha criatividade.
Nenhum comentário:
Postar um comentário