sexta-feira, 28 de junho de 2024

O Abandono de um Lar

A menina foi embora de casa, porque não aguentava mais as discussões e as brigas dos seus pais.
Era por pura bobagem que ela saiu de casa. Mas preferiu assim porque iria ser melhor.
Essa menina principal da estória viveu pra vida, mas não pensam que ela virou prostituta. Ela roubava para poder sobreviver porque não tinha outro jeito.
A vida não foi muito boa com a menina.
Triste a menina com a vida que levava, mesmo assim era feliz por está longe dos pais.
E os pais estavam preocupados com a menina? Isso não sei.
Mas claro que estavam, porque os pais sempre se preocupam com os filhos.
Na casa do número dezesseis, estavam os pais da menina tristes, mas por que tantas brigas e discussões não levam lugar nenhum! Por isso perdeu uma filha para liberdade.
A menina fizeram amizade com a meninada da rua, dividindo a mesma morada com eles. Tinha 12 anos com uma beleza diferente e estava morando na rua há dois anos.
Com a meninada a menina achou um galpão abandonado e se a possou dele. E lá que passou a ser a nova morada.
A maioria da meninada que vive com a menina eram abandonados pelos os pais, mas ela saiu de casa por causa dos pais que só sabiam discutir e brigar.
A menina com tempo morando na rua da cidade, aprendeu viver por si mesmo e não para os outros. Pois viver para os outros é um desgosto.
Na rua, no galpão, a menina podia viver em paz,  mesmo com os contra tempo que a vida oferece.
Passara bastante tempo que a menina que estava morando na rua e na liberdade.
Em hora vaga a menina gostava de criar estória nos papéis que encontrava no chão da rua. E de contar estória para a meninada que ela mesma inventava. A meninada gostava de ouvi-la.
A menina aprendera ler a escrever com a sua mãe, que era amorosa, mas ela não conseguiu ficar em casa por causa das brigas e discussões que eram constantes.
Apesar de tudo, na rua, no galpão, a menina era feliz.
E em vez em quando a menina passava na casa dos pais, só para ver a mãe. Mas na primeira vez quando a mãe viu a filha chorou de emoção.
Mas depois a menina voltava ao seu rumo do cotidiano.
Assim era a vida da menina por si própria.

Escrito no dia 2 de novembro de 2010, quando eu tinha criatividade na escrita.

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